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O Patrão

Não há patrões, nem há empregados, há colegas.
Eu tenho a minha função, e a minha função é conseguir trabalho para esta gente, conseguir matérias primas para esta gente e conseguir que esta gente seja feliz.
Estar atento às suas necessidades.

Esta é a minha função.

Interrupções

Se há uma coisa que me chateia à grande são interrupções quando estou concentrado.

A natureza do trabalho de programação requer um grande trabalho mental continuado em que os pensamentos são formados, encaixados e traduzidos em linguagem de programação.
Ora a meio de uma linha de pensamento destas alguém grita “Oh Santos, coiso coiso coiso”. Pumba! Lá vai a linha de pensamento.
E depois consegue-se retomar exactamente onde se estava? Claro que não! Muitas vezes é preciso voltar até início da lógica.

Por favor, antes de rebentar uma bolha de concentração (que é fácil de perceber pela expressão facial da pessoa), é preciso analisar se o que se tem para dizer é realmente importante.
Caso não seja, sr interruptor, mande um mail 🙂

Update
Acabei de ler este artigo, está muito bom e encaixa aqui perfeitamente:
http://www.businessinsider.com/why-programmers-work-at-night-2013-1

Working on large abstract systems involves fitting the whole thing into your mind – somebody once likened this to constructing a house out of expensive crystal glassand as soon as someone distracts you, it all comes barreling down and shatters into a thousand pieces.

This is why programmers are so annoyed when you distract them.